quarta-feira, 13 de outubro de 2010

lápide

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lápide

Estou em minha lápide;
Nela vejo o segredo que carrrego
Nesta vida vi e vejo tantas coisas
e no intimo deste coração que lentamente bate
Busco a verdade que nunca encontrei.

Ouço o som dos corvos
E vejo seu olhar de cobiça
Hoje os ol não apareceu
E este silêncio mordaz

Me conssola de toda dor
observo-te em cada segundo
Em minha guerra interna
Isso acaba...

Vejo o sangue escorrer novamente
por este maldito degrau;
e sem perceber a vida vai indo entre muitos dedos

Vida se perde
se não tem sentido
Vejo que irá me destruir
Pois recusei seguir seus passos

Sou mais do que este ser que
Segui para onde quer que vas
Que ganha migalhas
que sente um amor que só destroi...

Vejo nosso lugar como
um cimitério de lembranças
Onde tudo começou;só resta cinzas
e eu sigo...

Como uma alma amaldiçoada
Presa neste pasado infeliz
Perco a esperança que me resta;

Amor é uma lenda lealdade morrerei
Respeito é coisa do passado...

Me sinto antiguidade
Sou eu esta alma errante
Que seu erro foi querer ser feliz!

Hoje percebo não ha felicidade
Não neste mundoi
Me sinto morta...

ressucita-me meu amor
venha,de me um pouco de vida
Somente voc~e minha vida

Venha de me calor
Dei me sentido para existir
só você!
Poderia me tirar da minha real stuação.

Mais esta ocupado vendo tv.
Vejote olhando e mundo alheio
e o nosso meu menino.

Vejo em um mar de lamurias
Por sua causa.
Vejo-me sozinha em meio
a tanto desespero.

Mas sigo..
Não sei para onde

Lá em meio a tanto lixo
vejo o sol me dar um sorrizo
Levement eme tocar

Para que eu possa acordar
Deste transe,
e perceber que estou viva.

Que é só mera fraquesa
que tudo voltará ao normal
Que não da sentido conviver com a dor.
E que não passa  de amor

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