sábado, 6 de novembro de 2010

Algo incomum

Ouço os som de sete anjos
Que procuram a luz , no inferno
Procuram a luz negra que  irão salva-lo


A lua testemunha tudo com horror
todos os gritos
todos os sangue, toda a dor


Nada restará
Os loucos gritam ,
O desespero domina
tudo que posso dizer é que sentirei sua falta


E que eu tentei ,
Juro te amei , enquanto vivo estavas
Me sinto incapaz de te tocar
Pois não estas mais aqui


Seu olhos brilharam a segundos atrás ao me ver
E agora desfalecem
seu sangue escorre pela escadas imundas


Ela esta aqui veio cobrar seus devedores
sinto sua presença me toca
para conforta-me
Senhora do caos , cuide dos meus


Se eles se perderam
Foi querendo se encontrar
Leve tudo que há de amor
tudo que me restou




Nosso sonho meu anjo negro  acabou
Você partiu junto com todos
Não é hora de partir
Ao menos para mim


Vou vagando
E com o  som de meu Cello
Entoarei melodias em sua homenagem


Eu nunca iria esquecer do seu sorriso
Do seu abraço
E choro na chuva


De dias que estavas zangado
E quando tentavas me acalmar
Quando me chamavas de tola ,quando a tolice estava em você


Este é o meu ultimo Adeus !
Nele carrego metade da culpa deste fardo fálico
Que vejo que irei carregar para sempre


nunca diga que eu nunca lhe dei o que desejas
pois dei a ti segundos de felicidade
e chance de felicidade plena


tornei-me um sol do dia nublado
para que pude-se  brilhar
para não afetar seus lindos olhos


Se algum dia me perguntarem se eu me arrependo de ama-lo
irei dizer não ,
Pois sua palavras sempre foram como os cantos gregorianos
Que acalentam até a alma


Sinto por não ser quem sempre quis
Mas chegou a hora de andarmos só
E só seguirei te acrarregarei
Aqui ,te lembrarei de ti em cada  por do sol,
Pois você era o meu Lar!

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