Sentença de sangue
Condenada ou não
Disseram-me, dar a libertação
E por que causa meu corpo quer teu sangue
Meu corpo quer teu sangue.
Sacrifício amargo
Mas se até Darwin, foi retorcido
Faça como tal, regozi-me ao ultimo
Não execute o que eu digo.
Viagem astral,
Pude-me ver virgem e nua
Servida em taça, num tumulo sem flores
Homens sem estupores,
Invocando Murmur em seu Gryphon.
Sacrifício, a princípio uma brincadeira
E o senhor assim levando ao pé da letra.
Murmura,implora,condena
Quero minhas asas pai
De forma que não me perca e caia mais
Em taças, em taças ,em taças...
Quero minhas asas pai
De forma que não me perca e caia mais
Em taças, em taças em taças...
Arranque a punho aquilo que me mata
Minha sentença, não me condena
Sentimento furtivo
A eternidade sangrenta me condena
Dê minhas asas prometidas
È impossível não voar, quero ser anjo
Não venham mais á mim
Vou viver morta, de um engano
De um engano.
Murmura,implora,condena
Quero minhas asas pai
De forma que não me perca e caia mais
Em taças, em taças ,em taças...
Condenada ou não
ResponderExcluirDisseram-me, dar a libertação
E por que causa meu corpo quer teu sangue
Meu corpo quer teu sangue.(...)
Quero minhas asas pai
De forma que não me perca e caia mais
Em taças, em taças ,em taças(...)
Nossa cara especialemnte estes trechinhos'