segunda-feira, 29 de novembro de 2010

ouço seu clamor

Ouço seu clamor
Seu ranger de dor
Sofro por te ver assim
Quando brigo por ti contra seu inimigos invisíveis

Queria que sua dor fosse em mim
Que sua ferida estivessem em mim
Mas é sua vez meu anjo

Seus gritos me acordam a noite
E logo não consigo dormir
Deixe te ajudar
Deixe me ir até ai

Ainda sou a mesma
Que te ama e que te zela
Que quer o seu bem
Mesmo quando quero te esmurrar

Mesmo quando quero te torturar
Perdoá-me pelo meus desejo insanos e monstruosos
Sou uma menina má as vezes

Mas não por querer
Pois se as vezes te sangro
fujo de ti para te proteger

Só queria que percebe-se que as vezes
Se o ódio toma conta de mim
Se as vezes quero mais de ti
É porque seu que nem sempre irei te proteger

Nem sempre estarei aqui
Sua nua e crua
Como diria uma  sábia

Nem sempre poderei ir até
ir além , só vou quando posso
Só posso quando me pedes

Mas juro serei seu anjo
Seu anjo negro
Aquele que zela-ras de ti
Pela eternidade

Levarei ao paraíso
Sussurrarei Olavo Bilac
Somente a ti


E na melodia do meu Cello 
Entoar a mais belas melodia 
Olhar estes olhos que me dizem tantas coisas

Então não fuja 



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